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LEVO CORRETORA DE SEGUROS
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Nove empresas são investigadas por seguro ilegal em MG

 Sandra Kiefer - Estado de Minas 17-11-2009

 A Polícia Federal investiga nove entidades que se travestem de seguradoras em Minas Gerais e comercializam apólices sob o disfarce de “proteção automotiva”. A reportagem do Estado de Minas teve acesso à lista dos nomes, que incluem cinco associações no interior do estado e quatro na capital. Entre essas, duas se tornaram objeto de ação penal na Justiça Federal de Minas, na pessoa de seus diretores. São elas a Associação de Transportadores de Cargas do Leste de Minas (Astransleste) e a Associação de Proteção e Benefícios aos Proprietários de Veículos Automotores (Protecar), de Ipatinga.

 Nos próximos 10 dias, a Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais promove audiência pública com o intuito de discutir a situação dessas associações, que supostamente comercializam planos de seguros sem autorização do poder público. Estão convidados a comparecer Gilvan Almeida Sá, comandante-geral do Corpo de Bombeiros; José Antônio Baêta de Melo Cançado, promotor de Justiça, titular da Promotoria de Defesa do Consumidor; Marcelo Rodrigo Barbosa, coordenador do Procon da Assembleia Legislativa; Alexandre Rodrigues, presidente da Ascobom; Joel Pereira dos Santos, representante da Superintendência de Seguros Privados (Susep) em Minas Gerais; e delegado Jerry Antunes de Oliveira, superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais.

Segundo Geraldo de Freitas, porta-voz da Ascobom, a entidade ainda não foi comunicada oficialmente da audiência pública, mas que vai participar normalmente. Segundo ele, o inquérito policial contra a Ascobom existe, mas está em fase de análise e ainda não encontrou nada que possa condenar a entidade. “A Ascobom não é e nunca foi seguradora. É uma associação de pessoas interessadas em obter assistência jurídica, programas de turismo ou eventualmente participar do programa de proteção automotiva, que é totalmente diferente de seguro. Trata-se de proteger conjuntamente o patrimônio, o que está a anos-luz de segurar”, compara. Ele cita o princípio do livre associativismo garantido no inciso 17 do parágrafo 5 da Constituição.

 Alheios à discussão de conceitos jurídicos, diversos consumidores procuraram o Estado de Minas depois da reportagem publicada no domingo, que mostrou as investigações contra as falsas seguradoras. “Depois de ficar parado quase dois meses na oficina, meu carro rodou 40 quilômetros e fundiu o motor. Mesmo assim, passou pelo controle de qualidade da Ascobom. Tive de tirar o meu Gol 16 V ano 2000 da oficina credenciada da Ascobom e levar para outra, da minha confiança”, afirma o bancário Wanderli Vital, de 22 anos, que foi obrigado a pegar um empréstimo de R$ 3,3 mil para ter o veículo funcionando novamente. Ele explica ter optado pelo seguro da Ascobom por ser mais vantajoso em relação ao de uma seguradora normal, que cobra mais caro de jovens. Conforme a Ascobom, o veículo foi reparado dentro das normas e o problema ocorrido com o motor não tem relação com o acidente.

 

   

Cuidados ao contratar um seguro - Diário de Noticias 16-11-2009

 Via de regra, as condições para a sua utilização não costumam ser informadas previamente ao segurado

 O consumidor deve ler atentamente as condições gerais antes de contratar um seguro. Seja de vida, para proteção da casa, do automóvel ou qualquer outro bem. Isto porque as limitações e as condições para utilizá-lo não costumam ser informadas previamente - o que desrespeita o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
 Geralmente, as propostas contêm apenas o valor máximo de indenização, prêmio e a vigência do seguro. Porém, ao ter acesso ao contrato, antes de assiná-lo, o consumidor deve lê-lo atentamente, conferindo se todas as promessas, sejam elas de peças publicitárias ou aquelas que o corretor fez verbalmente na hora da venda, constam, de fato, claramente no documento a ser assinado.
 
Prazos
Ocorrido o sinistro, ou seja, o prejuízo ou dano causado por um incêndio, acidente, naufrágio etc, em algum bem sobre o qual se fez seguro, e esse estiver coberto pela apólice, o consumidor deve receber a indenização ou ter seu veículo reparado (caso seja seguro de automóvel) no prazo de 30 dias após a entrega de todos os documentos solicitados para tal.
 Portanto, cabe ao segurado entregar o mais rápido possível a documentação, pois o prazo começa a ser contado a partir do recebimento de todos os documentos pela seguradora.
Caso a empresa solicite outros dados, a contagem é suspensa e só é reiniciada a partir do dia útil posterior à entrega dos faltantes. Ao ter dificuldades para receber a indenização, a saída é procurar a Justiça, como o Juizado Especial Cível.
   

VGBL volta a puxar expansão do setor- Jornal do Comércio 13.11.2009

Um ano depois da eclosão da crise financeira global, em setembro, as vendas dos planos de vida geradores de benefício livre (VGBLs) voltaram a puxar o crescimento do mercado de seguros brasileiro, segundo os últimos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que não incluem o ramo saúde. No acumulado em nove meses, as seguradoras, que faturaram R$ 55,243 bilhões, cresceram 10,7% frente à igual intervalo de 2008. Sem o VGBL, a expansão cairia à metade, para 5,7%, com receita na casa de R$ 34,904 bilhões.

Os números da autarquia mostram o retorno do poder de influência do VGBL, que respondeu por R$ 37 de cada R$ 100 captados pelas seguradoras no acumulado até setembro. O produto, com receita de R$ 20,338 bilhões, subiu no período 20,5%, o dobro da média do mercado. Só em setembro, cresceu 48%, a maior alta mensal do ano.

De janeiro a setembro, as estatísticas da Susep indicam ainda que as despesas comerciais, representadas sobretudo pelo pagamento de comissões de corretagem, subiram 6,6%, para R$ 6,409 bilhões. Já os sinistros retidos chegaram a R$ 15,759 bilhões, alta de 15,4%, mesmo índice de crescimento verificado nos chamados prêmios ganhos, situados em R$ 29,991 bilhões.

VIDA. Na principal carteira do ramo de pessoas, a de vida, entre apólices em grupo e individuais, os prêmios foram a R$ 5,974 bilhões, incremento de 12,9% até setembro. Com receita de R$ 1,881 bilhão, o segmento de acidentes pessoais (coletivo e individual) cresceu 17% e o seguro prestamista, 21,7%, para R$ 2,075 bilhões.

O seguro de automóvel, somado à cobertura de responsabilidade civil facultativa, manteve a sua evolução acima da média do mercado, favorecida pelo o aumento das vendas da indústria automobilística. De janeiro a setembro, o faturamento do produto, da ordem de R$ 12,430 bilhões, foi 11,7% superior aos R$ 11,122 bilhões realizados em igual período de 2008.

construção. Ainda sob forte influência das obras de infraestrutura e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os riscos de engenharia quase dobraram de tamanho, ao apresentar expansão no acumulado até setembro de 90%, com captação de R$ 511,9 milhões. As vendas das apólices de riscos operacionais, que atingiram R$ 934 milhões, também subiram, na grandeza de 20,9%, o que não foi verificado nos planos de garantia estendida, cuja receita de R$ 913,6 milhões apresentaram queda de 18,5%. Com faturamento de R$ 753,1 milhões, os multirriscos residenciais subiram 6%, enquanto os pacotes empresariais ficaram estáveis, com pequena alta de 1,7%, para R$ 919 milhões.

Os seguros de transportes, por sua vez, ainda retrataram um quadro de desaquecimento até setembro, quando comparado com igual período de 2008. As coberturas que protegem a circulação de mercadorias no País cresceram apenas 3,1%, para R$ 386,7 milhões. Situação pior foi verificada nas garantias de importação e exportação, que caíram 15,8%, para R$ 296,1 milhões. Na responsabilidade civil do transportador rodoviário de carga, a situação não foi diferente: a receita de R$ 347,6 milhões recuou 7,6%.

Quadro inverso, contudo, pôde ser observado nos seguros financeiros, cujas vendas permaneceram aceleradas. Até setembro, cresceram significativos 77,7%, com receita de R$ 579,7 milhões. Em escala um pouco abaixo, as modalidades de seguros rurais também reafirmaram em setembro a sua fase de expansão. O faturamento de R$ 664,5 milhões subiu 52%, frente a igual período de 2008.

   

Seguro da casa própria terá mais opções

 Governo abre mercado e custo deve cair. Mutuário antigo poderá renegociar

 Geralda Doca - O Globo 10.11.2009

BRASÍLIA. A partir de agora, seguradoras de vida já estão autorizadas a fazer seguro habitacional. Conforme noticiou ontem O GLOBO, foi publicado no Diário Oficial da União de ontem decreto presidencial que acaba com a reserva de mercado que obrigava os mutuários da casa própria a contratarem o serviço das seguradoras (de bens) dos próprios bancos onde tomavam o financiamento imobiliário. A tendência, com isso, é que o seguro fique mais barato.

 O governo aguarda agora uma resolução da Superintendência de Seguros Privados (Susep) com as coberturas mínimas obrigatórias, em fase final na consultoria jurídica do órgão, para anunciar as novas regras do Conselho Monetário Nacional (CMN) que vão orientar os bancos — o que deve ocorrer nos próximos 20 dias.

 Segundo um técnico do governo, além de fixar como coberturas mínimas morte, invalidez e danos ao imóvel, a norma da Susep vai determinar que o seguro tem que cobrir todo o prazo do contrato habitacional. As seguradoras poderão pedir uma declaração do estado de saúde do mutuário, mas não poderão exigir prazo de carência.

 Outra novidade é que o seguro habitacional vai cobrir também danos ao imóvel por inundações ou alagamentos, decorrentes de chuva, e não apenas incêndio, como ocorre atualmente.

 Pelas novas normas, os bancos terão de oferecer aos mutuários mais de uma alternativa de seguro habitacional: da sua seguradora e de uma empresa independente. Terão ainda que cobrir a oferta, caso os interessados encontrem uma proposta mais em conta no mercado.

 A mesma possibilidade será ampliada aos mutuários com contratos antigos, que poderão procurar a instituição onde fizeram o financiamento habitacional e renegociar o valor do seguro, que, dependendo da idade (acima de 61 anos), chega a representar até 35% do valor da prestação.

 

Ações na Justiça viam prática como venda casada

Já há na Justiça várias ações dando ganho de causa aos mutuários, inclusive no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nesses casos, tem pesado o entendimento de que a operação — em que o mutuário faz o empréstimo com determinado banco e contrata o serviço com a seguradora da própria instituição — configura uma venda casada, o que é considerado ilegal.

 Segundo uma fonte do governo, a norma do CMN não vai citar expressamente que as mudanças vão afetar os contratos antigos, pois isso obrigaria os bancos a renegociarem mesmo os contratos dos mutuários que não solicitassem reformulação e poderia gerar ações judiciais de seguradoras contra a União. O texto, porém, abre a possibilidade para que os mutuários, por iniciativa própria, possam buscar no mercado seguros mais baixos e renegociar seus contratos.

 A norma vai exigir que, na primeira contratação, o mutuário permaneça na mesma seguradora por 12 meses. Depois desse prazo, poderá contratar o serviço de outra empresa. Será permitido aos bancos cobrar uma taxa de até cem reais para analisar cada troca proposta

   

Lucro da Allianz melhora e chega a 1,9 bilhão de euros

James Wilson, Financial Times, de Frankfurt ( Valor Econômico 10.11.2009)

A Allianz, maior grupo de seguros da Europa, mais do que dobrou seu lucro líquido de operações contínuas, beneficiada pelo avanço dos mercados mundiais, que melhoraram o retorno de seus investimentos. O lucro operacional do trimestre encerrado em setembro também melhorou, passando de € 1,6 bilhão, no mesmo período de 2008, para € 1,9 bilhão. A unidade de seguros de propriedades e contra acidentes, no entanto, operou "abaixo dos níveis normais", afetada pelo alto número de sinistros relacionados ao clima e pelos efeitos da recessão sobre a subscrição de apólices.

A seguradora não quis fornecer projeções para o lucro de 2009 ou 2010 e destacou em seu balanço trimestral que suas principais operações de seguros "deparam-se com uma demanda notavelmente mais fraca", atingidas pelo aumento na insolvência empresarial e desemprego. "Há vários fatores negativos potenciais pairando no horizonte de médio e longo prazo que poderiam obscurecer o panorama econômico já a partir do próximo ano e, portanto, restringir notavelmente a força de crescimento mundial", segundo a seguradora.

O diretor de finanças da empresa, Oliver Bäte, disse por telefone a jornalistas que a Allianz não estuda nenhum negócio para comprar ativos de bancos como o RBS ou ING. "Não temos nenhuma transação concreta em nossa mira", afirmou.

 O lucro operacional da Allianz com seguros de propriedades e acidentes foi superior a € 1 bilhão - melhor desempenho trimestral no ano, mas 18% inferior ao registrado no mesmo período de 2008. O resultado anda não foi "satisfatório". "Continuamos centrados em nossos esforços para melhorar a produtividade nesse segmento", disse Bäte. A Alemanha, mercado local da Allianz, e a França foram áreas em que a Allianz teve de "trabalhar mais", afirmou.

 A seguradora, contudo, anunciou retornos melhores em suas operações de seguro de saúde e vida, nas quais a os prêmios subiram mais de 14% e o lucro operacional subiu de € 218 milhões para € 859 milhões, na comparação com o terceiro trimestre de 2008.

 A Allianz também se beneficiou do bom desempenho de sua divisão de administração de ativos. As condições favoráveis dos mercados de capitais e o forte crescimento orgânico ajudaram a ampliar os ativos de terceiros sob administração em € 65 bilhões, para € 878 bilhões, o maior volume na história da empresa. A seguradora divulgou que a taxa de custo sobre resultado de 59% ajudou a divisão de gestão de recursos a ter um desempenho entre os "melhores do setor".

 O lucro líquido consolidado no trimestre subiu para € 1,3 bilhão, em comparação aos € 545 milhões verificados no mesmo período de 2008, quando levadas em conta apenas as operações contínuas da Allianz e excluídas as operações deficitárias do Dresdner Bank, vendido ao Commerzbank em janeiro. O lucro líquido superou ligeiramente a estimativa média dos analistas. O lucro por ação do trimestre foi de € 2,94, em comparação ao prejuízo de € 4,48 por papel verificado em igual período do ano passado, quando estavam incluídos os números do Dresdner.

 A Allianz informou que sua taxa de solvência subiu ainda mais no trimestre e o patrimônio líquido avançou 14%. As ações fecharam em alta de 4,3%.

   

06/03/2009 Aviso das seguradoras

1- MUITO IMPORTANTE AVISO DAS SEGURADORAS.


Todas às vezes que os senhores se envolverem em acidente  de trânsito, cujo terceiro seja um motoqueiro, façam o BO (boletim de ocorrência) independente de serem culpados ou não.

Têm ocorrido fatos em que o motoqueiro é o culpado e  tenta fazer um  acordo  no local, diz que está bem e não quer socorro médico.

Só que,  depois, ele vai a um distrito policial, registra o BO e  alega que o  veículo fugiu do local sem prestar socorro, cobrando,   na   justiça, dias parados, conserto da moto e etc ..    Na  maioria dos  casos, as  testemunhas do motoqueiro são outros motoqueiros.


Isto é um fato, pois está ocorrendo com muita freqüência. Portanto,  não caia na  conversa do motoqueiro, que diz que não ter acontecido nada.
Em um dos  casos recentes a pessoa envolvida   foi até a delegacia registrar BO, e eis que,  quando chega à delegacia, lá estavam os tais amigos do motoqueiro tentando registrar BO de  ausência  de socorro.
ISTO É MUITO IMPORTANTE !!!

QUEM NÃO FOR MOTORISTA, REPASSE AOS AMIGOS.  OLHO VIVO!

2 - CUIDADO NOS BARES E RESTAURANTES

Bandidos estão dando de 10 x 0, em criatividade, em nós e  na Polícia.   Veja como o ladrão brasileiro é criativo:
Você e seus  amigos ou  familiares estão num bar ou restaurante, batendo papo e se  divertindo.
De repente, chega um indivíduo e pergunta de quem é o
carro tal, com  placa  tal, estacionado na rua tal, solicitando que o  proprietário dê   um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está  dificultando a  saída de  outro carro.
Você, bastante solícito, vai e, ao chegar  até o seu carro anunciam o assalto e levam seu carro e seus  pertences. E  ainda  terá sorte se não levar um tiro...
Numa mesma noite, o  resgate da Polícia Militar atendeu a três pessoas baleadas, todas envolvidas  no  mesmo tipo de história.

Repasse esta notícia para alertar seus amigos... Não
custa nada  prevenir.
O  jeito, em caso semelhante, é não ir sozinho. Chame alguns amigos para ir junto e, de longe, verifique se é verdade.

Isto também pode acontecer quando se está na igreja ou em  outros  locais de  encontros coletivos.

'MENSAGEM TRANSMITIDA PELO ATENDIMENTO 190'

     
   

20/02/2008 - VENDAS DE VEÍCULOS SOBEM 16,1%

A primeira quinzena de fevereiro superou as expectativas do setor automotivo, com emplacamento de 114.167 veículos (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus), o volume que é 16,12% maior que os 15 dias de janeiro, ficou acima dos números preliminares do mercado, confirmando o melhor resultado de emplacamento desde 2002, segundo informações divulgadas ontem pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A reação do mercado automotivo estimulada pela redução do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), já começa alterar os planos das montadoras. Depois da Renault ter anunciado que a partir de março reintegrará os funcionários que estavam com contrato suspenso na fábrica de São José dos Pinhais (PR), a Fiat Automóveis e outras empresas do pólo automotivo de Betim (MG) assinaram ontem um acordo de estabilidade com os seus empregados.

Segundo a Fenabrave, no mercado de automóveis as vendas totalizaram 88.507 unidades na primeira metade de fevereiro, volume 11,36% maior que igual período de janeiro (79.477 unidades). A liderança ficou com a Volkswagen, que teve 27,35% de participação, seguida pela Fiat, com 24,21%. A General Motors fechou a quinzena com 17,64% de participação e a Fordficou com 11,17% do mercado.

Fonte: Gazeta Mercantil

 

     
     
   
   
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